ELAINE MARCELINA

Memória, Cotidiano e Literatura

Quando nos perdemos

27/09/2020

Amanheci pensando que não queria me afastar de uma pessoa querida, e me veio à lembrança de como isso é inevitável, pois as pessoas passam por nossas vidas para abrilhantar nosso caminho, minimizar nossas dores, nos fazer crescer, diante de pessoas difíceis, aquelas que nos dão dor de cabeça; mais que a lição dada; nos faz crescer e continuar o caminho com maturidade e sabedoria.

 

Mas retorno às pessoas doces e amáveis que gostaríamos que nunca saíssem do nosso lado, porém a vida é assim e neste momento penso que elas permanecem o tempo exato em nossas vidas, porque, já dizia o velho ditado “tudo que é demais, é sobra”. Devemos é viver intensamente os momentos felizes e prazerosos que estes seres nos permitem viver em suas companhias que, de certo era pra ser só uma passagem. Quando falo de pessoas especiais penso em todas, desde filhos a amigos, a amores e etc..

 

Todos aqueles que passaram e deixaram marcas, aquelas marcas de saudades, e quando nos perdemos uns dos outros nem sempre nos vemos novamente e só fica a lembrança de um tempo bom, que dificilmente acreditamos ser possível acabar, embora na vida tudo tenha início, meio e fim, exceto para os encontros espirituais que continuam por várias vidas, até que de fato tenhamos aprendido a lição necessária ao nosso espírito, que está sempre precisando evoluir.

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ELAINE MARCELINA

Escritora, professora, historiadora, mestre em história, roteirista, colunista e produtora do Pauta Rio. Elaine também é militante do Movimento de Mulheres Negras, do Movimento Negro Unificado e Ministro a Oficina de Escrita Criativa: Meu Primeiro Livro.

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